Operação VALE Carajás/PA

O objetivo da MASSA como empresa é apresentar a melhor solução para o cliente, e que a balança seja um investimento de rápido retorno.
Nosso produto é o único que permite manobras sem perda de dados e, algumas empresas estão otimizando o carregamento dos vagões, utilizando sua capacidade máxima.

 

É o caso de Carajás, em que entre dois silos foram instaladas 3 balanças dinâmicas. A primeira pesa a tara do vagão, em seguida é feito o “carregamento bruto” no primeiro silo. Uma BFD intermediária, que mostra o peso dos vagões em 4 quadrantes – informação que chega para o operador em apenas 9 segundos -, para no segundo silo fazer um carregamento fino final, abastecendo os espaços vazios dos vagões de forma uniforme, sem ultrapassar a capacidade de segurança.

 

Depois ocorre a pesagem na BFD de bruto para consolidação do peso líquido e seu faturamento individual. Além disso as BFDs apresentam a totalização de pesagem da composição informando a produtividade por turno operacional. Enfim, após o carregamento os vagões passam pela pesagem final da BFD de bruto e seguem viagem para o porto.

 

Antes desta operação cada vagão partia com uma média de 4 tonelada abaixo da capacidade de segurança e com distribuição desproporcional da carga dentro do vagão, o que podia ocasionar descarrilamentos. Com as BFDs instaladas, além da melhoria da segurança da via o valor agregado por vagão aumentou.

 

Basta multiplicar as 4 toneladas pelos 4500 vagões/dia e ver como uma boa operação e uma balança eficiente são fundamentais para a otimização do processo e dos lucros.

O Projeto da Massa em Carajás

8 Balanças, sendo:

  • 3 Balanças  de Tara
  • 3 Balanças de Bruto
  • 2 Balanças Intermediárias

Condições de Trabalho:  Agressiva

Balanças SIMM S-02 (tara e bruto) e SIMM S-05 (intermediária) com proteção IP68

Balanças Ferroviárias Dinâmicas em Carajás

Infográfico Balanças Dinâmicas Carajás

Infográfico baseado no estudo “Alavancagem de Peso Médio do Minério de Ferro” de Adriano Martins de Sousa e Aílton Elias de Souza, disponível em https://docplayer.com.br/11554618-Alavancagem-de-peso-medio-do-minerio-de-ferro.html

Carregamento em silo de semiautomático volumétrico com Top-Off

Neste modelo, há um silo de carregamento principal integrado a um pós-silo secundário. O silo secundário complementa o carregamento realizado no silo principal, visando otimizar o aproveitamento do vagão.

Em Serra Norte, este modelo de carregamento foi instalado nos silos 1 e 2 (agregados aos silos 35 e 36, respectivamente). O silo principal carrega aproximadamente 90% da carga dimensionada (peso alvo) para o tipo de vagão posicionado (GDT ou GDU). Uma BFD intermediária apura o peso bruto do vagão carregado e o informa ao supervisório do Top-off, que dimensionará a carga a ser complementada no vagão (aproximadamente 10%). A distribuição da carga no silo Top-off é orientada por um identificador de perfil, buscando uma distribuição longitudinal equilibrada.

Fonte: Anuário Revista Ferroviária 2017